Orbislo Passport
Um eSIM. Instalado uma vez. Válido para sempre.
Todo mundo nessa categoria vende um descartável. Um bilhete para um país, para um bloco de dias, gravado no seu celular como um perfil próprio e morto no instante em que a viagem acaba. A gente acha que esse é o formato errado para o produto, e esta página explica exatamente por que e exatamente como o nosso funciona.
O que o Passport é de fato
Um perfil eSIM é um conjunto de credenciais gravado no pequeno chip reprogramável dentro do seu celular. Essas credenciais dizem às redes quem você é e quem paga por você. A parte interessante, e que quase ninguém explica, é que um perfil não precisa ser de uso único. A especificação da GSMA que rege os perfis eSIM permite que uma operadora atualize um perfil ativo pelo ar. Ou seja, a lista de redes, as preferências de roaming e a política da operadora dentro dele podem mudar sem você encostar em nada.
O Orbislo Passport é um único perfil multirrede permanente construído exatamente em cima disso. Ele mantém acordos de roaming com várias operadoras em cada um dos nossos 145 destinos ativos, mais de 200 no lançamento. Quando a gente adiciona um país, ou uma segunda rede num país para onde você já viaja, mandamos uma atualização para o perfil que você já tem. O arquivo no seu celular melhora enquanto você dorme. Você não baixa nada, não reinstala nada e nem precisa ser avisado.
Como o perfil é permanente, seu saldo também pode ser. Os dados são creditados na sua conta, não ficam soldados a um perfil específico com uma validade específica. É por isso que o Passport e a carteira só fazem sentido juntos, e por isso os provedores construídos sobre perfis descartáveis não conseguem oferecer uma carteira nem se quisessem. Os dados deles precisam expirar porque o que os guarda expira.
O modelo descartável, e o que ele te custa
Esta é a sequência que um viajante enfrenta com um provedor de viagem única. Você escolhe o país. Escolhe a quantidade de dados e a janela de validade, 7 dias, 15 ou 30. Paga. Recebe um QR code por e-mail. Instala um perfil novo. Usa parte dos dados. A janela fecha e o que sobrou é apagado. O perfil continua no seu celular como uma entrada morta com um nome tipo Travel 7GB EU que você não vai reconhecer daqui a oito meses. Aí você repete tudo na próxima viagem.
Cada um desses passos é uma chance de falhar no pior momento possível, que é parado na saída de um aeroporto num país cujo idioma você não fala. O e-mail não chegou. O QR code precisa de uma segunda tela e você só tem um celular. A instalação precisa de wifi, e o wifi do aeroporto quer um código por SMS que você não consegue receber. A janela começou na compra e não no primeiro uso, então dois dos seus sete dias já foram. Nada disso é hipotético: são as cinco maiores categorias de chamado em qualquer fila de suporte de eSIM do setor.
O limite de perfis guardados que ninguém avisa
Esta é a parte que transforma um incômodo em parede. Seu celular só guarda um número finito de perfis eSIM. Na maioria dos iPhones recentes são 8 to 10 perfis guardados com 2 ativos ao mesmo tempo. Um iPhone XS ou XR guarda menos. No Android varia por fabricante e costuma ser menos, e alguns aparelhos param em 4 ou 5. Ninguém te conta o número, porque até você bater nele não há o que contar.
Compre um eSIM novo a cada viagem e você bate nesse teto. Três fins de semana na Europa, duas semanas no Japão, uma viagem de trabalho aos Estados Unidos, um casamento no Marrocos e uma escala em Dubai dão seis perfis num ano, e nenhum se limpa sozinho. Quando o celular finalmente recusa a sétima instalação, ele recusa bem na hora em que você está tentando instalar, que costuma ser na aterrissagem. Aí você fica no terminal apagando perfis que não consegue identificar, torcendo para nenhum deles ser o que você ainda precisa, e sem dados para consultar nada.
Lado a lado
| Orbislo Passport | eSIM por viagem, todos os outros | |
|---|---|---|
| Instalações em 5 viagens | 1 | 5 |
| Perfis deixados no celular | 1 | 5, todos mortos menos um |
| QR codes para controlar | 0 | 5 |
| Preparação da viagem 2 em diante | Nada a fazer | Comprar, esperar o e-mail, instalar |
| Redes por país | Várias, trocadas automaticamente | Geralmente 1, fixa |
| Dados que sobraram | Ficam na sua carteira | Apagados no vencimento |
| País novo adicionado | Enviado para o perfil que você já tem | Produto novo, instalação nova |
| Bate no limite de perfis do celular | Não | Sim, mais cedo ou mais tarde |
1
Instalações em toda a vida da conta
41s
Tempo mediano dessa única instalação
145
Destinos ativos, mais de 200 no lançamento
8 a 10
Perfis que um iPhone recente guarda no total
O que acontece na sua segunda viagem
Você entra no avião. Você pousa. O celular sai do modo avião e o Passport se conecta a uma rede local, normalmente em 20 a 45 segundos. Se você tem saldo na carteira, ele começa a usar. Se não tem, seus 100 MB mensais de dados de emergência te cobrem o tempo suficiente para comprar mais. Você não abriu o app antes de voar. Você nem pensou nisso. Esse é o produto.
Se você quiser pensar, dá. Abra o app antes de sair e veja quais redes a gente tem naquele país, as velocidades que viajantes reais mediram lá com o número de amostras, e quanto sua viagem deve custar. Confira tudo isso em as páginas de cobertura, que publicam os mesmos números sem exigir que você instale nada antes.
Atualizado pelo ar
País novo, rede nova, preferência de roaming melhor. A gente envia, seu perfil aceita, e a atualização costuma ficar abaixo de 40 KB. Não sai do seu saldo.
Portátil entre celulares
O Passport pertence à sua conta. Aparelho novo, você entra, reinstala em uns 40 segundos, e o saldo, as Miles e o histórico vão com você.
Onde a gente perde
Dois limites honestos. Primeiro, o Passport precisa de um celular compatível com eSIM, então um aparelho antigo com bandeja de SIM física e nada mais não roda ele, e nenhum software vai mudar isso. Confira o seu em a lista de aparelhos antes de comprar. Segundo, alguns países e alguns aparelhos travados por operadora recusam perfis eSIM de terceiros por completo. Onde isso acontece, a gente avisa na página do país em vez de pegar seu dinheiro e devolver depois, e falha de provisionamento é reembolsada automaticamente em 60 seconds de qualquer forma.