Orbislo Passport

Um eSIM. Instalado uma vez. Válido para sempre.

Você instala um único perfil da Orbislo, uma vez, e ele fica no seu celular. Toda viagem depois disso é zero toque: você pousa, o perfil acha uma rede no país novo e você está online. Não existe segunda instalação, nem segundo QR code, nem segundo perfil, nunca.

Todo mundo nessa categoria vende um descartável. Um bilhete para um país, para um bloco de dias, gravado no seu celular como um perfil próprio e morto no instante em que a viagem acaba. A gente acha que esse é o formato errado para o produto, e esta página explica exatamente por que e exatamente como o nosso funciona.

Os outros
Compra, instala
Viagem 1
Compra, instala
Viagem 2
Compra, instala
Viagem 3
Compra, instala
Viagem 4
Orbislo
Instale uma vez
Nada a fazer
Nada a fazer
Nada a fazer
Quatro viagens, quatro instalações, em todo lugar. Quatro viagens, uma instalação, aqui.

O que o Passport é de fato

Um perfil eSIM é um conjunto de credenciais gravado no pequeno chip reprogramável dentro do seu celular. Essas credenciais dizem às redes quem você é e quem paga por você. A parte interessante, e que quase ninguém explica, é que um perfil não precisa ser de uso único. A especificação da GSMA que rege os perfis eSIM permite que uma operadora atualize um perfil ativo pelo ar. Ou seja, a lista de redes, as preferências de roaming e a política da operadora dentro dele podem mudar sem você encostar em nada.

O Orbislo Passport é um único perfil multirrede permanente construído exatamente em cima disso. Ele mantém acordos de roaming com várias operadoras em cada um dos nossos 145 destinos ativos, mais de 200 no lançamento. Quando a gente adiciona um país, ou uma segunda rede num país para onde você já viaja, mandamos uma atualização para o perfil que você já tem. O arquivo no seu celular melhora enquanto você dorme. Você não baixa nada, não reinstala nada e nem precisa ser avisado.

Como o perfil é permanente, seu saldo também pode ser. Os dados são creditados na sua conta, não ficam soldados a um perfil específico com uma validade específica. É por isso que o Passport e a carteira só fazem sentido juntos, e por isso os provedores construídos sobre perfis descartáveis não conseguem oferecer uma carteira nem se quisessem. Os dados deles precisam expirar porque o que os guarda expira.

O modelo descartável, e o que ele te custa

Esta é a sequência que um viajante enfrenta com um provedor de viagem única. Você escolhe o país. Escolhe a quantidade de dados e a janela de validade, 7 dias, 15 ou 30. Paga. Recebe um QR code por e-mail. Instala um perfil novo. Usa parte dos dados. A janela fecha e o que sobrou é apagado. O perfil continua no seu celular como uma entrada morta com um nome tipo Travel 7GB EU que você não vai reconhecer daqui a oito meses. Aí você repete tudo na próxima viagem.

Cada um desses passos é uma chance de falhar no pior momento possível, que é parado na saída de um aeroporto num país cujo idioma você não fala. O e-mail não chegou. O QR code precisa de uma segunda tela e você só tem um celular. A instalação precisa de wifi, e o wifi do aeroporto quer um código por SMS que você não consegue receber. A janela começou na compra e não no primeiro uso, então dois dos seus sete dias já foram. Nada disso é hipotético: são as cinco maiores categorias de chamado em qualquer fila de suporte de eSIM do setor.

O limite de perfis guardados que ninguém avisa

Esta é a parte que transforma um incômodo em parede. Seu celular só guarda um número finito de perfis eSIM. Na maioria dos iPhones recentes são 8 to 10 perfis guardados com 2 ativos ao mesmo tempo. Um iPhone XS ou XR guarda menos. No Android varia por fabricante e costuma ser menos, e alguns aparelhos param em 4 ou 5. Ninguém te conta o número, porque até você bater nele não há o que contar.

Compre um eSIM novo a cada viagem e você bate nesse teto. Três fins de semana na Europa, duas semanas no Japão, uma viagem de trabalho aos Estados Unidos, um casamento no Marrocos e uma escala em Dubai dão seis perfis num ano, e nenhum se limpa sozinho. Quando o celular finalmente recusa a sétima instalação, ele recusa bem na hora em que você está tentando instalar, que costuma ser na aterrissagem. Aí você fica no terminal apagando perfis que não consegue identificar, torcendo para nenhum deles ser o que você ainda precisa, e sem dados para consultar nada.

Vamos falar a parte chata em voz alta. Um perfil eSIM morto não volta reinstalando pelo mesmo QR code. Quase todo código de ativação de uso único é consumido na primeira instalação. Então, se você apagar o errado, a solução é comprar de novo.

Lado a lado

Orbislo PassporteSIM por viagem, todos os outros
Instalações em 5 viagens15
Perfis deixados no celular15, todos mortos menos um
QR codes para controlar05
Preparação da viagem 2 em dianteNada a fazerComprar, esperar o e-mail, instalar
Redes por paísVárias, trocadas automaticamenteGeralmente 1, fixa
Dados que sobraramFicam na sua carteiraApagados no vencimento
País novo adicionadoEnviado para o perfil que você já temProduto novo, instalação nova
Bate no limite de perfis do celularNãoSim, mais cedo ou mais tarde

1

Instalações em toda a vida da conta

41s

Tempo mediano dessa única instalação

145

Destinos ativos, mais de 200 no lançamento

8 a 10

Perfis que um iPhone recente guarda no total

O que acontece na sua segunda viagem

Você entra no avião. Você pousa. O celular sai do modo avião e o Passport se conecta a uma rede local, normalmente em 20 a 45 segundos. Se você tem saldo na carteira, ele começa a usar. Se não tem, seus 100 MB mensais de dados de emergência te cobrem o tempo suficiente para comprar mais. Você não abriu o app antes de voar. Você nem pensou nisso. Esse é o produto.

Se você quiser pensar, dá. Abra o app antes de sair e veja quais redes a gente tem naquele país, as velocidades que viajantes reais mediram lá com o número de amostras, e quanto sua viagem deve custar. Confira tudo isso em as páginas de cobertura, que publicam os mesmos números sem exigir que você instale nada antes.

Atualizado pelo ar

País novo, rede nova, preferência de roaming melhor. A gente envia, seu perfil aceita, e a atualização costuma ficar abaixo de 40 KB. Não sai do seu saldo.

Portátil entre celulares

O Passport pertence à sua conta. Aparelho novo, você entra, reinstala em uns 40 segundos, e o saldo, as Miles e o histórico vão com você.

Onde a gente perde

Dois limites honestos. Primeiro, o Passport precisa de um celular compatível com eSIM, então um aparelho antigo com bandeja de SIM física e nada mais não roda ele, e nenhum software vai mudar isso. Confira o seu em a lista de aparelhos antes de comprar. Segundo, alguns países e alguns aparelhos travados por operadora recusam perfis eSIM de terceiros por completo. Onde isso acontece, a gente avisa na página do país em vez de pegar seu dinheiro e devolver depois, e falha de provisionamento é reembolsada automaticamente em 60 seconds de qualquer forma.

Perguntas que as pessoas realmente fazem

Eu realmente nunca mais instalo outro eSIM?
Para viajar, não. O Passport é um perfil que fica no seu celular e é atualizado pelo ar. Você compra dados, não compra um perfil novo. O único motivo para instalar de novo é se você apagar por conta própria ou trocar de celular, e os dois levam dois toques.
Quantos perfis eSIM um iPhone guarda de verdade?
A maioria dos iPhones recentes guarda entre 8 e 10 perfis e pode ter 2 ativos ao mesmo tempo. Um iPhone XS ou XR guarda menos. Quem compra um eSIM novo a cada viagem bate nesse teto em um ou dois anos, e aí precisa descobrir qual perfil morto dá para apagar sem risco antes de instalar o novo.
E o meu chip de casa?
Nada muda. O Passport fica ao lado dele. Sua linha de sempre mantém seu número para ligações e mensagens, e o Passport carrega os dados. Você escolhe o que cada linha faz nos ajustes do celular, e pode mudar quando quiser.
A atualização do perfil consome meus dados?
As atualizações pelo ar são pequenas, normalmente abaixo de 40 KB, e passam pelo canal de sinalização da operadora, não pelo seu saldo pago. Você não é cobrado por elas e elas não saem da sua carteira.
E se eu trocar de celular?
Você transfere. O Passport pertence à sua conta, não ao aparelho, então você entra no celular novo e reinstala em uns 40 segundos. Seu saldo, suas Miles e seu histórico vão junto. Nada fica preso no aparelho antigo.
Um perfil só tem cobertura pior que um eSIM de um país específico?
Não, porque o Passport não está preso a uma rede. Ele carrega acordos de roaming com várias operadoras por país e escolhe entre elas. Um eSIM de país único de revendedor costuma ter exatamente uma rede principal por país e não consegue sair dela.
Posso apagar quando voltar para casa?
Pode, e a gente preferia que não. Manter não custa nada, não gasta bateria parado, e manter é justamente a ideia. Apagar significa instalar de novo antes da próxima viagem.

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